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27 de dezembro de 2009

OZONOTERAPIA



A OZONOTERAPIA SURGE COMO UM TRATAMENTO INOVADOR
A inclusão de uma percentagem maior de ozono no ar corrente pode tornar-se a chave para tratamentos vários, nomeadamente de patologias infecciosas crónicas, alterações da coluna vertebral derivado de doenças degenerativas (ex: artroses), hérnias discais, vulvovaginites de repetição, insuficiências vasculares, arteriosclerose, patologias dermatológicas, patologias gastrointestinais, terapia odontológica e atrasos na cicatrização de feridas. Irei debruçar-me precisamente sobre esta última.
Das várias vantagens que este método terapêutico possui, há duas que importa sublinhar:
1.º - É possível a via de administração tópica;
2.º - Bastante seguro, quando usado em doses terapêuticas.

Tratamento de feridas
A aplicação tópica está recomendada principalmente em feridas crónicas, cuja resolução é morosa, nomeadamente úlceras de pressão e de pé diabético, úlceras venosas e arteriais. As lesões infectadas poderão também beneficiar do tratamento com o ozono.
Os principais efeitos do ozono numa ferida:
- Acção bactericida, bacteriostática, viricida e fungicida;
- Provoca aceleração da angiogénese e aumento dos fibroblastos;
- Aumenta a capacidade de absorção do O2 por parte dos eritrócitos;
A instabilidade é a principal desvantagem que o ozono apresenta, pelo que quer a mistura gasosa, como a solução aquosa, devem ser imediatamente utilizados após a sua reconstituição.

Propriedades medicinais do ozono
O uso de água ozonizada por via rectal, elimina as toxinas acumuladas que podem ser resistentes à própria limpeza pela hidroterapia do cólon.
Dado o seu altíssimo poder oxidante, combina-se com os radicais livres permitindo assim a sua fácil eliminação, tendo também um grande poder germicida, que termina em poucos segundos com qualquer tipo de bactérias, vírus, fungos, etc.
O seu uso diluído em água para a hidroterapia do cólon, é uma grande arma contra a candidiase ou qualquer outro desequilíbrio da flora intestinal. Permite a desintoxicação por acção reflexa dos pulmões e vias respiratórias, assim como dos órgãos encarregados da limpeza interna, fígado, vias biliares e rins. Também são notáveis os efeitos sobre a pele, podendo aliviar a psoriasis em muitos casos. Além de que oxigena o intestino, permitindo assim uma notável melhoria das suas funções específicas.

Recuperação de 75 por cento dos doentes
Nos estudos realizados, em diferentes grupos de controle de modelos experimentais humanos, das patologias anteriormente descritas, obtiveram-se resultados satisfatórios com uma média de recuperação superior a 75 % dos enfermos, sendo de grande interesse o poder considerar-se a Ozonoterapia como um tratamento de Medicina Natural efectivo e coadjuvante dos diferentes tratamentos da Medicina Convencional (Alopática).

Campos de aplicação da Ozonoterapia
Os efeitos biológicos do ozono permitem-lhe propriedades terapêuticas e biológicas que possibilitam a aplicação da ozono terapia num amplo campo de especialidades tais como a melhoria do meio ambiente onde tornam a água própria para consumo, na desinfecção de frutas, verduras, etc..
Os seus efeitos são aplicáveis, entre outras, nas seguintes enfermidades:
- Insuficiência circulatória periférica;
- Pé diabético;
- Úlceras dos membros inferiores;
- Síndroma de hipertensão venosa;
- Virose cutânea;
- Queimaduras e cicatrização de feridas;
- Hepatite C aguda (pelo aumento da produção de cito quinas);
- Cirrose hepática;
- Enxaquecas, cefaleias, alterações sensoriais associadas a enxaquecas;
- Glaucoma de ângulo aberto;
- Hérnia discal;
- Artrite reumatóide;
- Osteoartrose;
- Inflamações pélvicas, complicações sépticas postoperatorias em fracturas de tíbia, osteocondrose vertebral;
- Fibriomialgia.


TRATAMENTO COM O APARELHO MÉDICO HYPER MDEOZON COMFORT
Para tratamento inovador em Portugal. Um equipamento médico totalmente inovador, único e pioneiro no mercado nacional, o HYPER MEDOZON COMFORT , dispositivo para ozonoterapia em regime ambulatório.
A nossa empresa oferece a garantia de registo dos aparelhos no INFARMED. Disponibiliza também a formação técnica necessária para que os rentabilize.



Como se faz o tratamento
O processo de tratamento é acompanhado por um médico, em regime ambulatório, em uma ou várias sessões de acordo com o tipo de patologia, sendo o tempo médio por sessão terapêutica de 15 a 30 minutos, não obrigando a recobro. Após o tratamento o doente pode ir normalmente para sua casa sem necessidade de recorrer a cuidados especiais. O método consiste em infiltrar, localmente ou por via sistémica, ozono sob pressão hiperbárica, provocando uma melhoria do aporte de oxigénio aos tecidos, reduzindo a dor, diminuindo a fibrose e proporcionando uma melhora da circulação dos órgãos e tecidos do paciente.


RESULTADOS EXCELENTES NO TRATAMENTO DE HÉRNIAS
Unidade de Neurocirurgia / Unidade de Dor
Hospital Central do Funchal
Gil Bebiano, Rui Silva, Teresa Ferreira, Pedro Lima, António Reis.




O ozono (O3) é uma das formas na qual existe o oxigénio na atmosfera. Pelas suas características de potente oxidante é por vezes apelidado de “Oxigénio Activo”. Obtém-se ozono através de um aparelho (gerador de energia) que vai cindir a molécula de O2 em dois átomos livres que depois se combinam com O2 e originam O3.
O uso médico do ozono limita-se a usar a forma altamente instável da molécula provocando uma série de reacções químicas nos tecidos que com ela são postos em contacto, podendo ser tirados dividendos terapêuticos.

Desde o início do século XX que existem referências ao uso médico do ozono. Pode ser administrado endovenoso através de sistemas estéreis, injectado directamente nas estruturas alvo com seringa e agulha apropriada (túnel cárpico, disco intervertebral ou nas massas paravertebrais) ou ainda colocar as estruturas alvo em contacto directo com o O3 através de sistema de vácuo e insuflação (feridas cutâneas infectadas e ou de difícil cicatrização).

Na literatura são vários os efeitos que são reportados ao contacto dos vários tecidos e ou células com o ozono: promove desintoxicação da célula hepática, destrói e ajuda a eliminar algumas gorduras da corrente sanguínea, estimula o metabolismo celular e promove maior capacidade funcional global, ajuda a eliminar o acido úrico, elimina algumas bactérias e vírus da circulação, ajuda a eliminar substâncias tóxicas da corrente sanguínea em doentes a fazer quimioterapia (resultantes de destruição das células neoplásicas), ajuda na convalescença de doenças graves e até se sugere que reduz o processo de envelhecimento.
Em Canárias por exemplo existem grupos de turistas que se deslocam de vários países para férias que incluem secções de ozonoterapia endovenosa para melhoria das suas capacidades físicas.

Exemplos de utilização da ozonoterapia- Doenças vasculares e arteriosclerose (ozonoterapia endovenosa).
- Alterações tróficas da pele, resultantes de alterações circulatórias (arteriais,
venosas e ou metabólicas) com ozonoterapia tópica.
- Gota, doenças reumatcas (ozonoterapia endovenosa).
- Doenças dermatológicas (eczema, acne, psoríase) com ozonoterapia tópica.
- Migraine (ozonoterapia endovenosa).
- Desintoxicação hepática (álcool, infecções) com ozonoterapia endovenosa.
- Síndrome miofasciais e lombalgias crónicas (infiltração de ozono intramuscular em planos profundos).
- Túnel cárpico (infiltração subcutânea de ozono).
- Dor discogénica lombar (infiltração intradiscal de ozono).
- Lombalgias persistentes pós cirurgia do ráquis.

Nas terapêuticas endovenosas existem sistemas estéreis que removem por exemplo 250 a 300 ml de sangue do doente, colocado em contacto com ozono e depois transfundido no doente.
Nas doenças dermatológicas, vasculares ou infecciosas, a zona afectada é envolvida por uma estrutura de plástico, é removido o ar por sucção e de seguida injectado ozono que fica em contacto com essas zonas durante algum tempo. É sobre este tipo de ozonoterapia (ozonoterapia tópica) que se encontra mais bibliografia publicada.

Protocolo e métodos
O ráquis é a área que em termos patológicos estamos mais empenhado com a técnica da ozonoterapia intradiscal ou seja na dor discogénica lombar, por vezes com discreta irradiação radicular ao longo dos membros inferiores.
Nesta área a ozonoterapia tem vindo a se assumir como uma técnica minimamente invasiva e de baixo custo que origina melhoria clínica das queixas em cerca de 70-80% dos casos, podendo ser repetida várias vezes espaçada no tempo. Apresenta-se uma real alternativa à cirurgia nos casos em que esta apresenta maus resultados.
Objectivamente a principal indicação é nos doentes do grupo etário (20-60 anos) que apresentam lombalgias mecânicas em barra com discreta irradiação radicular concordante com o disco afectado. Todos os doentes realizam TAC lombar que revela discreta protusão discal com insinuação foraminal uni ou bilateral e RMN que revela disco preto sem grande compromisso do canal mas com compromisso foraminal.
São obviamente excluídos deste tipo de tratamento os doentes que radiologicamente (TAC e RMN) se comprove de forma inequívoca a presença de prolapso discal significativo ou fragmento de disco extrosado para o canal ou foramen. Estes doentes são orientados para a cirurgia se a clínica o justificar.
Basicamente a técnica consiste em identificação do espaço discal alvo com intensificador de imagem, num doente em decúbito ventral e com anestesia local. Introduz-se uma agulha calibre 22 de 17 cm (técnica em tudo semelhante à discografia) no disco, até ao seu centro geográfico. Uma vez comprovada a localização intradiscal (com intensificador de imagem) da agulha introduz-se 10 ml de ozono durante 10 segundos (concentração ideal de 27 microgramas de ozono / mililitro de oxigènio), posteriormente exterioriza-se a agulha até ao foramen e região periganglionar (com controle radiológico) injectando-se nessa zona de novo ozono (5ml) e uma mistura de corticoide e analgésico (1 ml = 40 mg de betametasona + 2 ml marcaína 0,5%)

Após o tratamento o doente fica em repouso durante duas horas e regressa ao seu domicílio por seus próprios meios, retomando a vida normal no dia seguinte.
A injecção intradiscal de ozono vai provocar uma redução do volume do disco (torna-o mais fibrótico) reduzindo a dor discogénica e a compressão radicular quando ela existe. Tem neste contexto também um papel analgésico e antiinflamatório.
O espaço mais frequentemente tratado com este método é o L4-L5, seguindo-se por frequência decrescente o espaço L5-S1, L3-L4 e L2-L3. O espaço que oferece maior dificuldade técnica na abordagem é o espaço L5-S1 em virtude da vizinhança das cristas ilíacas, o que dificulta a necessária angulação da agulha para abordar o disco.

Na literatura ressaltam pela sua qualidade e volume de doentes dois estudos duplamente cegos com follow up aos seis meses utilizando protocolo de Mac Nab. Dos dois grupos estudados, um grupo A de 300 doentes (Bellaria Hospital, Bologna, Itália) fez só ozono (intradiscal e paraganglionar), o outro grupo, B de 300 doentes (Anthea Hospital, Bari, Itália) fez ozono intradiscal e paraganglionar + corticoide e analgésico. Obtiveram-se bons resultados em 70,3% de doentes do grupo A, e 78,3% de doentes do grupo B. Diferença estatisticamente significativa, favorecendo a técnica que utiliza o corticoide e analgésico.

O único efeito lateral de realce foi a diminuição transitória (horas) da sensibilidade do membro inferior do lado da infiltração, nos doentes que realizaram corticoide e analgésico paraganglionar (2 doentes em 300 do grupo B).
A eficácia deste tipo de tratamento resulta da utilização da instabilidade bioquímica da molécula de ozono, sendo possível um bom efeito analgésico e antiinflamatório. Os radicais livres formados pelo ozono com efeito directo sobre os proteoglicanos que compõem o disco, originam libertação de água tornando a matriz degenerada e fibrosa, reduzindo assim o volume do disco. A redução do volume do disco reduz também a estase venosa dos plexos epidurais e periradiculares, o que melhora a microcirculação arterial a nível do nervo e gânglio, diminuindo a dor. As estruturas radiculares e ganglionares são muito sensíveis à hipoxia originando dor.

Resultados
Estamos a dar os primeiros passos nesta técnica na Madeira, em outros trabalhos com certeza daremos mais resultados quando o volume de doentes aumentar. Para já com todo o entusiasmo que caracteriza esta equipa de trabalho, queremos partilhar com os colegas esta possibilidade técnica que trata de forma eficaz um tipo de queixas tão frequente como as lombalgias crónicas com origem no disco (dor discogénica).
Na Madeira foi realizado pela primeira vez este procedimento técnico em Fevereiro de 2005 no âmbito de Unidade da Dor com a colaboração do Prof. Dr. Francisco Robaina (Director de Serviço de Neurocirurgia e da Unidade del Tratamiento del Dolor do Hospital Dr. Negrin - Canárias) e do Dr. Clavo (Radioterapia), tendo a disponibilidade do aparelho gerador de ozono que pretendemos adquirir, gentilmente cedido pela casa que o vende.
Foram tratadas duas doentes, ambas do sexo feminino (28 e 43 anos) e ambas com protusão discal L4-L5 (disco preto na RMN, sem prolapso nem fragmento extrosado). Foram esgotadas todas as hipóteses de tratamento médico (AINES, fisiatria, correcções posturais) com maus resultados. Clinicamente apresentavam lombalgia severa com discreta ciatalgia lateralizada uma doente à direita e outra à esquerda.
Foi utilizado o protocolo com injecção de corticoide e analgésico a nível foraminal e paraganglionar (semelhante ao grupo B do trabalho antes comentado). A infiltração foi efectuada do lado da ciática, com anestesia local e com controlo radiológico.
Tiveram as duas doentes alta às três horas já com alguma melhoria clínica. Aos trinta dias ambas apresentam franca melhoria clínica com redução significativa do recurso à medicação.

Conclusão
Pensamos que os resultados da literatura e dos nossos dois casos são animadores e encorajam-nos a continuar este trabalho.
No século XXI, o tratamento da hérnia discal é considerado ainda um desafio, com muitas dúvidas sem resposta, sendo por vezes os resultados da opção cirúrgica, sobretudo nos doentes que podem beneficiar desta técnica, muito frustrantes ou pelo menos longe daquilo que queremos ou esperamos.
Neste contexto acho esta técnica minimamente invasiva muito bem vinda, sendo sem dúvida uma nova opção terapêutica para estes doentes, tendo a vantagem de ser realizada com anestesia local, com retoma da vida normal no dia seguinte e com baixos custos. Obviamente que não é panaceia de nada, é apenas mais uma técnica que se for usado de forma criteriosa pode trazer excelentes resultados.
Trata-se em última instância de uma terapêutica conservadora para os doentes cujo tratamento médico (AINES, fisiatria, correcções posturais) falhou, antes de avançar para a cirurgia, comprovando-se que é uma alternativa com bons resultados.
Conclui-se da literatura consultada que os melhores resultados se obtêm com injecção intradiscal de ozono, periradicular ou periganglionar associado a infiltração de corticoide.


ESPERANÇA NO TRATAMENTO DO CANCRO SEM EFEITOS SECUNDÁRIOS
Depois de duas décadas a tratar várias doenças com recurso aos tratamentos com ozono, na Alemanha está prestes a ser dado um grande passo para que a ozonoterapia seja reconhecida como um dos mais eficazes tratamentos do cancro.


Legenda: Aparelho Hyper Medozon Comfort

O sucesso reconhecido do Medozon Compact e do Hyper Medozon Comfort
Reconhecidas as vantagens dos tratamentos realizados com os aparelhos médicos Medozon Compact e Hyper Medozon Comfort, tudo indica que estará brevemente disponível no mercado um aparelho médico pioneiro no tratamento de tumores mailgnos, o Medozon ip. A FARMAsóSAÚDE esteve na Alemanha a acompanhar a apresentação dos resultados científicos dos estudos realizados em colaboração com a Universidade de Marburg, a mais importante universidade de medicina daquele país.
O sistema foi desenvolvido para uso clínico, em colaboração com a Universidade de Marburg, e implementa os métodos mais recentes de ozonoterapia para tratar o cancro. A aplicação bem-sucedida e os promissores efeitos foram comprovadas pelo dr. Jürgen Schulz, nas conclusões que apresentou do estudo científico que ele próprio orientou.

Boas perspectivas para uma nova abordagem no tratamento do cancro
Actualmente o tratamento do tumor maligno já está bastante desenvolvido. No entanto os actuais métodos de tratamento, frequentemente, têm efeitos secundários devastadores nos pacientes. Os resultados do referido estudo pré-clínico, conduzido pela Universidade de Marburg, fazem aumentar as esperanças de uma terapia que não envolva mais sofrimento para os pacientes. Usando o Medozon ip, o dr. Schulz conseguiu tratar tumores com sucesso, através da ozonoterapia.


Legenda: Evolução do tratamento de um tumor maligno com recurso à ozonoterapia


Legenda: Aparelho Medozon ip

Estudos provam eficácia
As investigações médicas mais recentes confirmam que o ozono desempenha um papel importante no mecanismo de defesa do sistema imunitário. Uma experiência-piloto, realizada com sucesso, demonstra que a utilização de forma adequada do ozono inibe o desenvolvimento das células cancerígenas. Uma série de testes efectuados em coelhos provaram que a administração de uma mistura de oxigénio e ozono estimula o sistema imunológico de uma forma positiva e faz regredir o cancro.

FARMAsóSAÚDE atenta às novidades
Os resultados promissores, encontrados pelos cientistas da Universidade de Marburg, motivam a FARMAsóSAÚDE a divulgar, de forma ainda mais intensa, os benefícios terapêuticos da ozonoterapia em Portugal. Afinal, as vantagens de aparelhos médicos de tratamento com recurso à onzonoterapia, como o Medozon Compact e Hyper Medozon Comfort, são demasiado óbvias.
A ozonoterapia não provoca quaisquer efeitos secundários indesejáveis no tratamento do cancro e, portanto, pode ser considerada como uma alternativa aos tratamentos convencionais como a quimioterapia ou a radioterapia.
Com o acordo e aconselhamento do seu médico, o paciente com cancro, num futuro próximo, terá a possibilidade de curar um tumor recorrendo à ozonoterapia. Um tratamento que pode curar o tumor, erradicando o cancro do organismo do paciente sem afectar as células saudáveis, como sucede actualmente com os métodos convencionais que, indiferenciadamente, matam células doentes e células saudáveis.

Para mais informações contacte
FARMAsóSAÚDE
J. F. CAETANO, LDA.


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Filial
Estrada das Vagonetas
2135 Samora Correia
Tel.: 263 651 800

6 comentários:

  1. e um trabalho muito bom pois concede ao paciente uma nova vida gostaria de saber mais e tambem o preço da maquina de fazer colonterapia

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    Respostas
    1. Existe em muitos lados.
      Encontrei no algarve na Kingozone e na sonuslux.pt

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    2. Não se encontra nada no site da sonuslux.pt...
      Ainda existe? Qual o contato?

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  2. Estou plenamente de acordo, muito bom, conheçam tambem outros produtos muito interessantes ligados ao comercio em geral, para casa,etc.

    Visitem o site www.kingozonoportugal.com

    Cumprimentos

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  3. Gostaria de mais informações sobre os equipamentos aqui para o Brasil - Valores e formas de pagamento.
    Email. campos.julioc@gmail.com
    Grato
    Julio Cesar Campos

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  4. Boa tarde. Gostaria de saber o preço do Aparelho Medozon ip. Apreciava também de visitar a vossa exposição para ver os aparelhos. Quais as condições de pagamento.
    Agradeço a resposta para guidamassano@gmail.com
    Obrigada
    Margarida

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